A: O que tu quer?
B: Tudo.
A: Tu não pode ter tudo. Na verdade, tu não quer nada.
B: Ok, eu não quero nada. Eu tenho tudo.
A: Não tem amor.
B: Amor é químico; Aspirina, também.
A: Se fosse químico, tu não tava nessa merda.
B: Se amor não fosse uma merda, eu não precisaria de tanta química.
A: Tu não precisa de química.
B: Preciso do que, então?
A: Precisa amar.
B: Não amo ninguém.
A: Mentira. Só fala de amor.
B: Da falta de amor.
A: Viu? Não é química! Tu precisa.
B: É química. E eu preciso dessa quimíca, então.
A: E porque tu não procura?
B: Porque esse traficante não existe.
dezembro 24, 2010 às 8:37 am |
Novidade, ficou FODA!
dezembro 24, 2010 às 2:00 pm |
é bem por aí..
dezembro 24, 2010 às 4:40 pm |
Quase um espelho. Passa o tempo e nós dois sempre iguais, sempre diferentes. Por que não é mais fácil acreditar que o amor não existe? Às vezes penso que eu esqueci o rosto do amor, mas lembro exatamente da sombra que ele faz… bem maior que eu.
Eu te amo, urso.
dezembro 24, 2010 às 9:12 pm |
TAVARES ficou foda. dá-lhe LINDÃO!
dezembro 25, 2010 às 5:28 am |
Pois é, não existe.
dezembro 28, 2010 às 8:33 pm |
Na verdade, o traficante é o destino.
março 20, 2011 às 6:21 am |
O pior é quando mesmo sabendo que não existe, buscamos esse traficante.
março 30, 2011 às 5:55 pm |
Parabéns Tavares! Adoro te ler, todos os dias!